21 de dezembro de 2014

Carta de Natal ao Meu Amor

Não é que mereça, mas, vá...


Olá, meu génio da física – isto é uma ironia fina como um biscoito de manteiga, desfaz-se na boca:


Então que vida é a do meu marido/namorado/híbrido que não há meio de organizar as cabrinhas das moléculas de modo a criar substância? Ou seja, onde raio anda? Com quem? A fazer o quê? É Natal seu grandessíssimo ingrato…

Pois saiba: já que não se dignou a encarnar, não ponho lugar à mesa para si. Pior. Como sou ligeiramente, como direi, misógina mas em bom, se se tivesse dignado a existir, sabe o que iria receber de presente? The SUB. Portanto, perdeu de ganhar.

The SUB. Gostou? Não vai ter. Bem feita!


Já viu a sorte que teria... chegar a casa e fazer o número da menina da Superbock, mas ao contrário e de toalhinha em vez de roupão, para sua linda mulher o comer com os olhinhos? Azarucho!

Governe-se com esta que também não vai malzinho - estou a falar da mini!
Agora materialize-se à pressa e diga que fica com a cabeça virada para trás como a gaiata do Exorcista… Patetão!


Não há cá beijos, nem à americana debaixo do azevinho.
EV


Ps: enfim, we'll always have Paris, perdão, teremos 2015.