Talvez já não exista um homem com quem se possa dançar isto, ao fim da tarde, na varanda de um hotel no sul de França, ainda os pinheiros e as escarpas, o mar em frente, e a elegância de cinema das nossas avós, um rasto de brilho Cartier Art Déco a iluminar o decote, o pulso, as orelhinhas. Mas que diabo, podemos enfiar um anel despropositado no dedo e fazer yoga com a orquestra em fundo e Al Bowlly no ouvido.